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Conteúdo do G1 Turismo e Viagem

]]> Museu na Alemanha reúne mais de 30 mil itens inspirados nos salsichinhas Em uma cidade da Alemanha com mais de 2 mil anos de história, um museu tem um personagem inusitado como protagonista: o cachorro-salsicha, conhecido oficialmente como Dachshund. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Museu do Dachshund fica em Regensburg, às margens do rio Danúbio, e reúne mais de 30 mil objetos relacionados à raça. No acervo, há de tudo: papel higiênico, talheres, abridores de vinho, saleiros e até bancos. Também não faltam representações dos cães em madeira, cerâmica, vidro e pelúcia. E há salsichinhas de verdade circulando pelo espaço. A Cocolina, por exemplo, visitou o museu acompanhada da família colombiana. Para a turista Maria Camila Matta, a quantidade de objetos relacionados à raça impressiona. "Tem Cocolinas por todo lado. É lindo. Achei muito legal conhecer toda essa relação com a realeza e descobrir quantos monarcas tiveram teckels. Também fiquei surpreso ao saber que o Picasso tinha um. Eu não fazia ideia de que essa raça era tão famosa no mundo todo", contou. Cão salsicha homenageado em museu da Alemanha Dackelmuseum O espaço recebe cerca de 35 mil visitantes humanos por ano. Com a presença dos cães, o movimento é ainda maior. Além da exposição, o museu oferece um passeio pela cidade de Regensburg com paradas em locais que fazem referência aos cachorros. Um dos fundadores, Oliver Storz, disse que a coleção começou muito antes da abertura do museu, em 2018. Foram mais de 20 anos reunindo objetos relacionados ao Dachshund. "Recebemos muitas doações de todas as partes do mundo. No ano passado, uma senhora faleceu nos Estados Unidos e deixou em seu testamento que toda a sua coleção, com cerca de 800 peças, fosse doada ao Museu do Dachshund", disse. Peças em exposição em museu voltado para cães salsichas Deckelmuseum Quase 900 cães em um desfile Em 2024, o museu entrou para o Guinness World Records depois de reunir quase 900 Dachshunds em um desfile pelas ruas de Regensburg. O evento, porém, também provocou críticas de entidades de proteção animal, que são contrárias à reprodução de cães com características consideradas extremas. Na Alemanha, uma lei restringe a reprodução de animais que tenham características físicas capazes de provocar dor ou sofrimento. A discussão também alcança alguns tipos de Dachshund. A raça foi desenvolvida na Alemanha a partir do século 15 para ajudar na caça de texugos. O corpo comprido e as pernas curtas facilitavam a entrada dos cães em tocas subterrâneas. Com o passar do tempo, os Dachshunds deixaram de ser apenas cães de caça e se transformaram em um dos símbolos mais conhecidos da Alemanha. A relação com a cultura do país chegou até aos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Na ocasião, o mascote oficial foi Waldi, um Dachshund colorido. Exposição com 'salsichas' na Alemanha Dackelmuseum VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1 Acervo tem papel higiênico, talheres e até bancos com a imagem da raça. Museu também recebe cães e oferece passeio por pontos de Regensburg ligados aos salsichinhas.
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]]> Reza Motalebpour elogia a facilidade de trabalhar remotamente na Cidade do Panamá Getty Images via BBC A pesquisa Expat Insider 2026, da InterNations (uma comunidade global de pessoas que moram e trabalham no exterior), avaliou 31 países, em termos de qualidade de vida, facilidade de adaptação, possibilidades de trabalho, finanças pessoais e as necessidades básicas do dia a dia, como moradia e serviços digitais. Entre os vencedores deste ano, as avaliações de cordialidade e custo de vida foram as que causaram maiores impactos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Sete dos 10 primeiros destinos também ficaram entre os lugares mais fáceis para se estabelecer. E cinco eram os líderes mundiais no quesito finanças pessoais. A BBC conversou com expatriados dos cinco primeiros colocados, para saber por que eles se mudaram para aqueles países, como se adaptaram e o que os possíveis novos moradores devem saber antes de viajar. Agora no g1 1. Panamá O Panamá ocupa a liderança da pesquisa pelo terceiro ano consecutivo. O país foi o primeiro colocado nos índices de Trabalho no Exterior e Finanças Pessoais. Dentre os imigrantes pesquisados residentes no país, 87% estão felizes com a vida no exterior, em comparação com a média global de 70%. E 90% afirmam que é fácil encontrar moradia. Ariel Barrionuevo se mudou da Argentina para o litoral panamenho do Caribe oito anos atrás. Ele passou rapidamente a ter um sono mais profundo, acordar descansado e se sentir mais presente. "Percebi que não era porque eu estava de férias, mas porque este lugar tem um ritmo próprio", conta Barrionuevo. Agora, ele é diretor do Hotel La Coralina Island House, na ilha Colón. Seu dia típico inclui uma parada à beira-mar, caminhar pelo jardim tropical e ouvir o canto dos pássaros. "É um ritual simples, mas me lembra, todos os dias, por que decidi morar aqui", ele conta. Barrionuevo acha o custo de vida no Panamá mais baixo que na Argentina e destaca a estabilidade econômica, que faz com que o planejamento e os negócios sejam mais previsíveis. Reza Motalebpour se mudou do Canadá para a Cidade do Panamá em 2026. Ela conta que o trabalho remoto é fácil, com internet confiável disponível em casa e nos espaços de co-working. Motalebpour também percebeu que os serviços bancários são simples, especialmente porque a economia do país é dolarizada. A taxa de câmbio pode inicialmente fazer os custos parecerem altos para os canadenses. Mas ela explica que as contas dos serviços essenciais, prêmios de seguro e impostos sobre imóveis no Panamá são relativamente baixos. Com isso, o custo de vida em geral ainda é favorável. A vida no Panamá também tem seus atropelos. Barrionuevo menciona as entregas demoradas e o clima, que pode reverter rapidamente os planos na ilha onde ele mora. Mas ele não se arrepende de ter escolhido um estilo de vida mais lento. E incentiva os visitantes ou possíveis imigrantes a tomar a mesma decisão. Barrionuevo recomenda visitar Bluff Beach, comprar frutas frescas em uma barraca à beira da estrada e passar a tarde observando os surfistas em Paunch Beach. "Cheguei pensando que estava me mudando para um destino bonito", ele conta. "Agora, na verdade, vejo que estava adotando uma forma de vida diferente, que valoriza o tempo e não a velocidade, as experiências e não as posses e a conexão, não a atividade constante." 2. México Em primeiro lugar no quesito Facilidade de Acomodação, o México ocupa o segundo lugar geral e segue sendo o país mais fácil do mundo para que os expatriados se sintam em casa. Fazer amigos locais é fácil para 73% dos pesquisados, bem acima da média global de 39%. O círculo social é majoritariamente local para duas vezes a média global dos expatriados. "Fiz amigos melhores no exterior do que eu tinha em Chicago", afirma Kirsten Raccuia, responsável pelo blog de expatriados Sand in My Curls. Ela e seu marido se mudaram dos Estados Unidos para Puerto Vallarta, no oeste do México, em 2022. Eles dizem que o senso de comunidade e o baixo custo de vida os mantiveram naquele local. As praias e o forte senso de comunidade de Puerto Vallarta, no oeste do México, fizeram do local uma escolha popular entre os estrangeiros Getty Images via BBC Raccuia conta que os tacos de rua custam cerca de um dólar (R$ 5,20) e uma recente cirurgia de emergência de retirada de apêndice, incluindo a internação hospitalar, custou menos de US$ 4 mil (cerca de R$ 20,8 mil), um valor inimaginável nos Estados Unidos. Para vivenciar melhor a cidade, Raccuia recomenda tomar café da manhã nos mercados locais e visitar a praia no domingo, quando as famílias se reúnem. "Sim, é coisa de turista, mas os moradores locais também fazem", segundo ela. Uma ressalva: o México ficou em 25° lugar em segurança entre os 31 países pesquisados, com 68% dos expatriados avaliando positivamente sua segurança pessoal. A média global é de 81%. 3. Tailândia Terceira colocada em geral, a Tailândia recebe os expatriados mais felizes do mundo — 86% deles relatam satisfação com a vida no exterior. O país também recebeu a maior avaliação da pesquisa no quesito Custo de Vida, Foram 85% de opiniões positivas, mais que o dobro da média global. "Nós quatro comemos pelo equivalente a cerca de US$ 1,35" (cerca de R$ 7), conta Bethan Jeentipraphet, relembrando sua primeira refeição de rua na capital tailandesa, Bangkok. A britânica mãe de dois filhos se mudou de Devon, no sudoeste da Inglaterra, em 2024, com seu marido tailandês. A intenção era ficar um ano, mas, "depois de duas semanas, eu sabia que não iria voltar". O custo de vida da Tailândia foi bem avaliado, com elogios também à comida, cultura e qualidade de vida do país Getty Images via BBC Jeentipraphet afirma que o sistema educacional da Tailândia transformou seu filho. "O respeito é enorme na cultura tailandesa e os estudantes, aqui, certamente têm o máximo respeito pela educação", ela conta. "Ele é uma criança totalmente nova." Aaron Henry se mudou de Los Angeles, nos Estados Unidos, 11 anos atrás. Para ele, Bangkok se modernizou sem mudar sua cultura. "A cidade preservou os aspectos únicos da cultura tailandesa e, especialmente na última década, explodiu em termos de cozinha internacional, parques excepcionais, galerias de arte e shopping centers de luxo", descreve Henry. Ele recomenda caminhar pelos bairros que recebem menos turistas, como Ari e Phra Khanong, para observar a cidade como fazem os moradores. Jeentipraphet recomenda que os recém-chegados se esforcem para compreender e respeitar os costumes locais, retirando os sapatos antes de entrar nas casas e ouvindo de pé, respeitosamente, o hino nacional, executado em público todos os dias, às 8 e às 18 horas. "Para os expatriados dispostos a adotar a cultura tailandesa e incorporar as normas culturais, a Tailândia pode ser um lugar extremamente recompensador para se viver." 4. Emirados Árabes Unidos Com altas notas em Perspectivas de Carreira e Necessidades Básicas para Expatriados (incluindo vistos e idioma), os moradores internacionais acomodam sua vida e constroem suas carreiras nos Emirados Árabes Unidos com facilidade. A InterNations realizou a pesquisa em fevereiro e março de 2026, pouco antes e depois do início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Por isso, os resultados refletem seus impactos apenas parcialmente. Mas os expatriados que continuam morando nos Emirados afirmam que, apesar de alguns ajustes, a vida continuou praticamente inalterada. "O dia a dia em Dubai parece normal", segundo a consultora de imagem Michelle Sterling. Ela divide seu tempo entre Dubai e os Estados Unidos, mas, atualmente, prefere os Emirados. "Para mim, Dubai oferece um estilo de vida que parece mais seguro, mais confortável e mais barato." Os mercados do bairro tradicional de Bur Dubai e seus restaurantes mostram melhor o dia a dia da cidade aos visitantes Getty Images via BBC Nikita Oruganty se mudou de Londres para Dubai no início deste ano, para trabalhar em comunicações. Ela conta que o ambiente acolhedor continua fazendo dos Emirados Árabes Unidos um país atraente. "Outros países estão dificultando as regras de imigração, mas os EAU sempre receberam bem os expatriados", afirma ela. Oruganty reconhece como as autoridades do país tratam da segurança e das comunicações durante períodos de incerteza. "Esta sensação de estabilidade é muito importante quando se vive no exterior, sem a proximidade da sua família", ela conta. Para observar como os moradores realmente vivem, Oruganty recomenda passar pelo menos um dia longe da versão de luxo da cidade, andar de metrô na hora do rush, caminhar pelos bairros tradicionais de Bur Dubai e Deira, cruzar Dubai Creek de abra (a balsa de madeira tradicional) e comer em um pequeno restaurante indiano, filipino ou libanês. "É ali que você observa o dia a dia de Dubai, muito mais comum do que sugere sua imagem internacional", explica ela. Além de Dubai, a expatriada britânica Sharon Mckernan mora em Ras Al Khaimah há oito anos e nunca pensou em voltar. "Gosto do ritmo de vida simples e prático", segundo ela. "Não existe a correria constante, o tráfego é menor e, geralmente, há menos complicações diárias, o que nos oferece mais tempo com a família para ir à piscina, à praia ou visitar as montanhas por aqui." Mckernan também destaca que a assistência médica é rápida e eficiente e que fez amigos com facilidade, com pessoas de todo o mundo. Para os visitantes, ela sugere observar o pôr do sol em Jebel Jais, a montanha mais alta dos Emirados Árabes Unidos, ou visitar a aldeia histórica de Al Jazirah Al Hamra. "Ela oferece um lado dos Emirados que é diferente e relativamente desconhecido da maioria", segundo ela. 5. Brasil O Brasil aparece pela primeira vez entre os cinco primeiros, após ocupar a 15ª posição no ano passado. O país contou com altas avaliações de felicidade, facilidade de acomodação, cordialidade e cultura local. E muitos expatriados afirmam que o calor humano das pessoas faz com que eles se sintam em casa. "Você pode encontrar alguém pela primeira vez na quinta-feira e ir à casa daquela pessoa no sábado comer churrasco", conta Clint Manning. Ele se mudou de Barbados para São Paulo para abrir o seu negócio. "Como vim de Barbados, onde tive um estilo de vida similar, parece muito com a minha casa, mas em escala muito maior." O Ibirapuera, em São Paulo, é um dos maiores parques urbanos da América Latina Getty Images via BBC Manning relembra que nem todas as pessoas falam inglês no Brasil, o que ele considera uma vantagem. "Para alguém realmente interessado em aprender o idioma, é uma experiência fantástica, pois você é forçado a se comunicar em português por necessidade", conta ele. "Fiquei fluente com muito mais rapidez do que se estivesse tentando aprender dinamarquês ou alemão, na Dinamarca ou na Alemanha." Em São Paulo, Manning recomenda aos estrangeiros visitar os bares e padarias da Vila Madalena e da Bela Vista, comer sushi no bairro japonês da Liberdade e praticar atividades físicas no parque do Ibirapuera, um dos maiores da América Latina. Mas, mais do que qualquer local ou cenário, os expatriados afirmam que os moradores locais criam a melhor sensação de pertencimento. "Eles são verdadeiramente interessados e curiosos para me conhecer e fazer com que eu me sinta incluído desde o princípio", conta Chris Kohl, que morou em São Paulo por 12 anos. "Em vez de fazerem com que eu me sentisse um estrangeiro, os brasileiros me fizeram sentir pertencimento." Os 10 melhores países para estrangeiros morarem em 2026 Panamá México Tailândia Emirados Árabes Unidos Brasil Espanha Singapura Portugal Malásia Luxemburgo Aeroporto de Brasília é o terminal de médio porte mais pontual do mundo Aeroporto de Brasília/Divulgação
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]]> Terremotos atingem Granada, na Espanha, deixando feridos e danos Granada, cidade do sul da Espanha, foi atingida por três novos tremores nesta terça-feira (18), três dias após um terremoto de magnitude 5 ocorrer no sábado (15). Segundo o Instituto Geográfico Nacional do país, todos eles tiveram magnitude superior a 4 e o maior deles - de 4,7 - ocorreu às 10h37 do horário local - 5h37 de Brasília - e teve seu epicentro na cidade de Gójar, 10 km ao sul de Granada. Pelo menos três pessoas sofreram ferimentos leves, disse o funcionário regional da Andaluzia, Antonio Sanz, a repórteres, acrescentando que uma delas, um menor de idade, foi levada para o hospital. Uma parede danificada de um edifício é isolada após o terremoto que atingiu o sul da Espanha, em Granada REUTERS/Fermin Rodriguez Em comunicado, a administração provincial de Granada anunciou o fechamento de prédios administrativos, museus e instalações esportivas devido aos tremores. O acesso de turistas ao complexo medieval da Alhambra, famoso ponto turístico da cidade, foi restringido. Alguns edifícios, principalmente residenciais, sofreram danos com os tremores, com grandes rachaduras visíveis nas paredes, partes de algumas fachadas deslocadas e tijolos espalhados pelas calçadas. O sistema de metrô de Granada informou, na plataforma de mídia social X, que estava reduzindo a velocidade de seus trens para 30 km/h como medida de precaução, e a mídia local mostrou vários hotéis sendo evacuados. Detritos espalhados em uma rua após o terremoto que atingiu o sul da Espanha, em Granada REUTERS/Fermin Rodriguez O terremoto de sábado O terremoto de magnitude 5 que atingiu Granada no sábado também ocorreu pela madrugada, pouco depois da 1h da manhã local. O governo regional informou que casas e carros foram danificados, mas não houve relatos de feridos. O canal de televisão espanhol TVE mostrou destroços espalhados pela rua e alguns carros danificados na popular cidade turística. Os serviços de emergência da Andaluzia resgataram várias pessoas de prédios danificados. O vice-presidente do governo regional da Andaluzia, Antonio Sanz Cabello, afirmou que as autoridades declararam estado de emergência. "Se você estiver em Granada, sentiu o terremoto, está bem e sua casa não apresenta danos, mantenha a calma e evite entrar e sair de prédios desnecessariamente. Na rua, mantenha-se afastado de fachadas, beirais, varandas, muros e outros elementos que possam cair", orientou em post na rede social X.
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]]> Incêndio florestal deixa 36 feridos em cidade turística da Croácia Um incêndio florestal levou caos a Omis, cidade turística na costa da Croácia, na noite desta quinta-feira (13). Os ventos fortes alastraram as chamas, destruindo casas e forçando a evacuação de cerca de mil pessoas. Uma pessoa morreu e deixando 36 ficaram feridas. O corpo da vítima fatal foi encontrado pela polícia croata nesta sexta-feira (14), na vila de Lokva Rogoznica, onde o incêndio começou. Das 36 pessoas atendidas pelos serviços de ambulância na cidade de Split, a cerca de 25 km ao norte, 14 foram hospitalizadas e sete sofreram ferimentos com risco de vida, disseram autoridades de saúde. Os abrigos de emergência, abertos em diversas cidades ao longo do trecho entre Omis e Split, acomodaram as milhares de pessoas deslocadas, entre moradores e turistas, durante a noite. Uma turista da Polônia contou que deixou algumas de suas coisas para trás na pressa de fugir das chamas: "Sentimos cheiro de fumaça, então juntamos o essencial e saímos de lá. Deixei a maior parte das minhas roupas para trás". Bombeiros trabalham para extinguir um incêndio florestal em Omis , Croácia Corpo de Bombeiros de Split/Divulgação via REUTERS De acordo com o comandante-chefe dos bombeiros, Slavko Tucakovic, o incêndio se acalmou na manhã desta sexta-feira (14). Omis é uma cidade pitoresca na prestigiada costa da Dalmácia, na Croácia, cercada por árvores e colinas rochosas. Na Grécia, os incêndios florestais também estão assustando turistas em meio à alta temporada. Nesta quinta, um foco na região de Halkidiki, no norte do país, se espalhou rapidamente por causa dos ventos fortes. Um vídeo mostra as chamas praticamente atingindo um resort à beira-mar. Incêndio florestal deixa o céu no norte da Grécia dominado por fumaça preta
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